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Câmara Arcoverde
24/09/2019 13:31

Vereadora Célia Informou que Lula Calixto foi reconhecido pelo governo do Estado como um imortal da cultura pernambucana

CÉLIA ALMEIDA GALINDO apresentou moção de aplausos ao Dr. João Eduardo Ventura Bernardo, Juiz Titular da 2ª. Vara Cível da Comarca de Arcoverde pelo elevado nível de eficiência de seu trabalho. Todos subscreveram a moção. Pediu que o dinheiro da rifa para o grupo “EU TOPO AJUDAR” fosse entregue na Tesouraria da Câmara até a próxima segunda feira. Informou que Lula Calixto foi reconhecido pelo governo do Estado como um imortal da cultura pernambucana, graças à ação da prefeita, do grupo COCAR – Coletivo Cultural de Arcoverde - e da Câmara de Vereadores. Informou que haverá concurso para agente de endemias a pedido do Tribunal de Contas. Comentou que as prefeituras que entraram com efetivação para estes cargos estão com as contas rejeitadas. Falou que os critérios para este certame devem ser bem pensados, pois aqueles que já atuam há 15, 20 anos devem ter uma pontuação diferenciada. Disse que é necessário esperar pelo edital da secretaria de saúde para que se debata de forma mais precisa. Comentou que se especula que o valor da inscrição será de 125 reais.

Zirleide questiona as inscrições que foram feitas há alguns anos, para o mesmo cargo, onde não ocorreu o certame e o dinheiro cobrado não foi devolvido aos inscritos. Célia disse que irá perguntar a secretária e esperará pela informação. Comentou sobre o mês amarelo e seu significado, ressaltou o impacto que o uso de drogas causa nas famílias e como elas podem potencializar os números de suicídio. Citou os homossexuais dizendo que eles são um grupo vulnerável ao problema, desde que não aceitos pela família. Citou a urgência pela qual a sociedade precisa se adaptar aos novos tempos e as consequentes mudanças que eles trazem.

Falou que esse é um mês para que psicólogos trabalhem com as famílias os casos de depressão e uso de drogas. Disse que se assustou quando soube que duas crianças cometeram suicídio e alertou para o fato de que muitas vezes os jovens não estão aptos a enfrentarem seus problemas sozinhos. Comentou que vem passando por problemas pessoais e que não os deseja a ninguém. Falou que aqueles que exercem política têm suas vidas expostas a pressões externas. Expressou que deseja o encontro com deus para aqueles que tentam destruir a vida dos outros. Expôs que na quinta, sexta, sábado e domingo, nos dias do congresso ocorrido em Maceió, haviam duas motocicletas tirando fotografias de sua casa para saber se ela estava em casa, e que o fizeram por ela não ter ido ao evento. Afirmou que não pode ir, pois esteve doente, mas que gostaria de ter ido. Declarou que, em nome da Câmara, entrou com ação contra o delegado regional na corregedoria.

Falou que o delegado regional mandou mensagem de What’sApp para a empresa que promoveu o congresso, pedindo a lista das pessoas presentes no evento. Questionou o fato de um delegado “entrar em um poder público e ainda dizer ao rapaz ‘mande esse documento em absoluto sigilo’”. Comentou que mesmo entrando com a ação contra o delegado não tem nada pessoal contra ele. Pronunciou que a pior ação do delegado nessa história foi ter ligado para Wevertton Siqueira, perguntar onde ele esteve, ir onde ele estava, colocar o vereador dentro de um carro e dizer-lhe “não entre na onda dela não, porque quando eu entrei na Câmara, para visitar a Câmara, ela disse que seu pai tinha roubado a Câmara e você” Afirmou que essa não é atitude de um delegado, disse que é “perseguição mesquinha”. Perguntou a Wevertton Siqueira se o que acabara de dizer seria mentira, o vereador disse que não. Disse que entrou com ação na corregedoria para que os vereadores sejam ressarcidos de um crime que não cometeram.

Falou que uma autoridade não pode utilizar seu crachá para desmoralizar os Vereadores. Disse que os vereadores irão a Brasília e que o delegado mandará seus subordinados. Apontou que foi uma vergonha o constrangimento pelo qual passaram os vereadores que foram ao congresso. Agradeceu aos vereadores Everaldo de Lira, Zirleide Monteiro e Wevertton Siqueira pelas demonstrações de apoio.

Expôs que o delegado encontrou a vereadora Cleriane Medeiros no residencial Maria de Fátima Freire e que ele tentou falar com ela, disse que isso é absurdo e o chamou de “descarado”. Expressou que a corregedoria deve dar respostas, pois o Poder Legislativo não irá ficar de joelhos “diante de uma autoridade que deve, não a nós esclarecimentos, mas ao povo de Arcoverde”. Cybele disse que não compareceu nem se inscreveu no congresso porque sua filha esteve doente em Recife e por isso foi cuidar dela. Informou que duas funcionárias de seu gabinete foram e que compareceram as palestras. Pontuou que os congressos são bons, pois trazem conhecimento e aprimoramento para os vereadores. Célia apontou que ela, Cybele e Luiza não foram ao evento. Elogiou o posicionamento de Cybele e sua capacidade de vir com a clareza e verdade dos fatos.

Lembrou que em outros tempos os vereadores foram a várias localidades e afirmou que não há problemas com isso. Wevertton disse que esteve no congresso assim como outros seis vereadores. Falou que todos os vereadores ficaram constrangidos. Enfatizou que todos foram ao congresso para se capacitarem e que o Tribunal de Contas estimula os presidentes de Câmaras a enviarem os vereadores a esses eventos. Lembrou que o fato repercutiu entre os presentes no Congresso.

Célia agradeceu a fala de Wevertton e disse que a corregedoria ficará responsável por averiguar essa “invasão”. Disse que os vereadores tem advogado para entrar com ação individual para resolver esse constrangimento. Ao mudar de assunto disse a Zirleide, em referência ao caso do recurso suspenso ao município, que os agentes de vigilância recebem seus vencimentos, mesmo quando o repasse da União não ocorre, porque o Município os paga com recursos próprios e que o fará novamente.

Comentou que centenas de município também ficarão sem os recursos. Insistiu no argumento da secretaria de saúde, afirmando que os recursos não foram enviados por conta de o município não ter atingido a cota de 52 óbitos/mês. Zirleide alegou que para manutenção do serviço, com os recursos municipais, alguma outra área sairá perdendo e repetiu os argumentos de seu pronunciamento. Encerrado o pequeno expediente, a presidente concedeu o uso da Tribuna para a Senhora Cristiane Nunes Praça Santana.